Hiperplasia Benigna da Próstata2021-02-04T18:27:42+00:00

Hiperplasia Benigna da Próstata

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O que é a Próstata?

A próstata é uma glândula anexa ao aparelho genital masculino. Trata-se de um órgão músculo-glandular, ímpar e mediano, situado profundamente na escavação pélvica, por baixo da bexiga, por cima do períneo, adiante do recto e atrás da sínfise púbica – encruzilhada urogenital.

Existem 3 zonas glandulares principais na próstata: as zonas central, de transição e periférica a que se associam uma região de estroma fibro-muscular anterior e uma área glandular peri-uretral.

A zona de transição corresponde a 5%-10% do volume total, está adjacente ao esfíncter uretral proximal e é o local onde se desenvolve grande parte da hiperplasia benigna da próstata (HBP) e aproximadamente 20% dos cancros prostáticos. A zona periférica é a maior de todas (70%-80% do tecido glandular) antes do aumento do volume prostático secundário à HBP e é o local mais frequente de surgimento de cancro (aproximadamente 70%).

Ecograficamente e por RM observam-se duas áreas prostáticas distintas, a região periférica (correspondente às zonas periférica e central) e a região glandular central (correspondente às zonas de transição, à área glandular peri-uretral e fibro-muscular anterior e ao esfíncter uretral interno), separadas pela cápsula cirúrgica que se torna mais evidente quando ocorre a HBP com aumento da zona de transição.

fotografia próstata

O que é a Hiperplasia Benigna da Próstata (HBP)?

A Hiperplasia Benigna da Próstata (HBP) é uma hiperplasia e não uma hipertrofia, ou seja, é um aumento no número de células dentro da próstata, que leva a que a próstata aumente de tamanho.

Como a próstata está por baixo da bexiga em redor de um canal que permite o esvaziamento da bexiga (uretra), ao aumentar de tamanho pode levar a uma obstrução da bexiga. Desta forma, geralmente manifesta-se por dificuldades urinárias.

Trata-se de uma doença benigna, ou seja, não é um tumor maligno nem cancro. A HBP clinicamente significativa a necessitar tratamento só aparece em 50% dos homens com próstatas de dimensões aumentadas acima dos 50 anos podendo atingir 80% dos homens aos 80 anos.

Hiperplasia Benigna da próstata imagem

Como se manifesta a Hiperplasia Benigna da Próstata (HBP)?

Os sintomas resultam geralmente de obstrução da uretra.

Estes podem ser:

  • Aumento da frequência das micções com eliminação de pequenos volumes de urina, particularmente à noite;
  • Jacto urinário fraco e/ou interrompido;
  • Sensação de não ter esvaziado completamente a bexiga após urinar e/ou dificuldade de iniciar a micção;
  • Urgência de urinar e ou dificuldade em controlar a urina;
  • Impossibilidade em urinar, com retenção urinária, levando à algaliação;
  • Sangue na urina;
  • Disfunção eréctil, que poderá estar relacionada também com a medicação prostática.

Estes sintomas podem ocorrer isoladamente, ou em conjunto. Podem ser leves, moderados ou severos. A HBP não tratada pode levar a graves complicações: retenção urinária, infecções urinárias, cálculos ou divertículos na bexiga e insuficiência renal.

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Como se diagnostica a Hiperplasia Benigna da Próstata (HBP)?

O diagnóstico da Hiperplasia Benigna da Próstata (HBP) geralmente é feito com base no aumento do tamanho da próstata à palpação detectada na clínica ou por ecografia; ou pela presença de um conjunto de sintomas das vias urinárias inferiores (SVUI), com dificuldade em urinar.

A hiperplasia benigna da próstata (HBP) é uma hiperplasia e não uma hipertrofia. É sabido que as queixas urinárias afectam de forma progressiva homens sobretudo acima dos 60 anos e que a zona de transição é a mais afectada.

Apesar da correlação precisa entre as queixas urinárias, o aumento do volume prostático e a obstrução uretral/bexiga não ser certa, a embolização prostática nos homens com hiperplasia benigna da próstata (HBP) melhora os sintomas, a função urodinâmica e a qualidade de vida, reduzindo o volume da próstata.

A hiperplasia benigna da próstata (HBP) é uma doença benigna, ou seja, não é um cancro nem um tumor maligno. Contudo, trata-se de uma doença insidiosa que demora muitos anos a desenvolver-se, manifestando-se por queixas urinárias como dificuldade em começar a urinar, urinar muitas vezes, acordar a meio da noite com vontade de urinar, ardor urinário, incapacidade de esvaziamento da bexiga entre outros.

Estas queixas são progressivas e vão-se agravando com a idade, mas frequentemente levam o homem a procurar assistência médica.

Quais os homens afetados pela Hiperplasia Benigna da Próstata (HBP)?

A Hiperplasia Benigna da Próstata (HBP) tem início na terceira década de vida numa fase microscópica (identificável apenas histologicamente), assintomática.

Com o avançar da idade e a presença de androgénios, aproximadamente 50% da HBP microscópica desenvolver-se-á em macroscópica (próstata de dimensões aumentadas e palpável).

Contudo, HBP clinicamente significativa a necessitar tratamento só aparece em 50% dos homens com próstatas de dimensões aumentadas.

Nos Estados Unidos, o risco estimado de um homem de 50 anos ser submetido a uma prostatectomia durante a sua vida é de 25% a 40%. Mesmo quando não tratada, um número significativo de doentes sintomáticos permanecem estáveis ou melhoram sem qualquer sequela.

Apesar de a causa exacta não estar bem definida, pensa-se que resulte de interacções entre o epitélio e o estroma glandular no meio hormonal apropriado. Pensa-se que a causa da hiperplasia benigna da próstata (HBP) seja hormonal na dependência da testosterona.

A hiperplasia benigna da próstata (HBP) sobretudo tem origem na zona peri-uretral, de transição, e está restrita à porção mais interior da glândula prostática, ou seja, aos tecidos localizados ao longo do maior eixo da uretra proximal, zona que corresponde a aproximadamente 2% do volume prostático total normal.

Como é que a Hiperplasia Benigna da Próstata (HBP) causa as dificuldades urinárias?

A Próstata pode levar a obstrução da uretra e da bexiga por 2 mecanismos. Um por estenose do lúmen uretral pelo aumento do volume prostático (componente estático).

O outro é o componente dinâmico que consiste no tónus do músculo liso que é mediado pelo efeito noradrenérgico nos receptores adrenérgicos encontrados no estroma prostático, na cápsula prostática e na uretra.

Este tónus ao ser aumentado pode precipitar redução abrupta do fluxo urinário ou mesmo retenção urinária aguda com necessidade de colocação de uma algália. O tónus pode ser diminuído com antagonistas adrenérgicos (bloqueadores-α), sendo a base de uma das principais formas de terapêutica médica existente na actualidade.

O facto de existirem receptores adrenérgicos noutros locais do corpo explica a vasta gama de efeitos adversos frequentemente observados com esta medicação. Desta forma, as queixas urinárias associados à hiperplasia benigna da próstata (HBP) têm uma dupla origem: anatómica e neuro-humoral.

Grande parte dos sintomas estão relacionados com o aumento do tónus muscular e da pressão muscular na uretra, estroma prostático e colo vesical através dos receptores α-adrenérgicos.

O aumento volumétrico com consequente compressão anatómica da uretra que fica alongada e com uma curvatura posterior exagerada é outro factor essencial. Outros factores contribuintes são os neurotransmissores e as células neuro-endócrinas presentes no tecido prostático.

No seu conjunto, a hiperplasia benigna da próstata (HBP) leva a uma trabeculação e hiperplasia do músculo detrusor por obstrução crónica (“bexiga de esforço”), que pode ser acompanhada de dilatação venosa.

Quais as opções de tratamento para a Hiperplasia Benigna da Próstata (HBP)?

Até há alguns anos atrás, os homens com Hiperplasia Benigna da Próstata (HBP) e queixas urinárias graves ou mesmo retenção urinária apenas tinham duas opções de tratamento: medicamentos e cirurgia.

Quer os medicamentos para a próstata, quer a cirurgia prostática acarretam muitos efeitos adversos, nomeadamente na ejaculação e erecção, com impacto negativo na vida sexual.

Havia falta de uma opção de tratamento minimamente invasiva, como alternativa à cirurgia ou à medicação, que permitisse tratar as queixas urinárias, com menos complicações.

Foi por isso que o nosso centro desenvolveu uma técnica pioneira para tratar os doentes com hiperplasia benigna da próstata (HBP) e queixas urinárias graves ou retenção urinária – a Embolização Prostática.

A Embolização Prostática é mais eficaz que os tratamentos médicos, tem efeitos comparáveis à cirurgia, sem as complicações associadas à cirurgia. Com a Embolização Prostática, a função sexual não é afectada e há uma melhoria significativa das queixas urinárias.

dificuldades em urinar

O que é a embolização prostática?

A Embolização das Artérias Prostáticas (EAP) no Tratamento da Hiperplasia Benigna da Próstata (HBP) é uma nova aplicação de uma tecnologia há muito conhecida e usada em Medicina.

Efetivamente, a embolização efectua-se com sucesso há mais de meio século, a inovação foi utilizar esta técnica de tratamento nos doentes com hiperplasia benigna da próstata (HBP).

É uma técnica microinvasiva que permite o alívio dos sintomas das vias urinárias nos doentes com HBP, com bons resultados a curto, médio e longo prazo.

O seu objectivo é interromper parcialmente a circulação sanguínea que irriga a próstata, permitindo um alívio da sintomatologia das vias urinárias inferiores associada à HBP, bem como uma redução no volume da próstata.

É uma técnica minimamente invasiva, sob anestesia local, sem dor e em regime ambulatório e sem perda de sangue. Efetua-se um pequeno orifício de 1.5 mm de diâmetro na virilha ou no pulso, através do qual se coloca um fino tubo plástico, o cateter.

Mediante monitorização por um aparelho de raios X digital sofisticado, o cateter é dirigido para as artérias prostáticas.

Partículas embolizantes de pequenas dimensões, como grãos de areia, são então injectadas nas artérias prostáticas, entupindo parte dos ramos que irrigam a próstata, poupando, contudo, as artérias do pénis, para que o paciente possa manter a função eréctil.

Empolização protética

A técnica dura geralmente entre 1 a 2 horas, estando o doente consciente e podendo mesmo visualizar o tratamento no monitor de televisão.

Completada a embolização, retira-se o cateter, efectua-se compressão manual durante cerca de 10 minutos e coloca-se um pequeno penso compressivo, que deve ser mantido até à manhã seguinte.

Duas horas após a embolização, o doente já se pode levantar do seu leito e deslocar-se para urinar. O internamento dura apenas algumas horas e habitualmente tem alta no mesmo dia.

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Como é a recuperação após a embolização prostática?

Após o tratamento por embolização, a maioria dos doentes não tem qualquer dor. O recobro é feito numa sala próxima à sala de angiografia onde foi feita a embolização.

sala de tratamento de hiperplasia benigna da próstata
tratamento por embolização

Se o acesso vascular para a colocação do cateter foi realizado no punho esquerdo, é colocada uma pulseira no final da embolização e poderá andar livremente no quarto enquanto recupera da intervenção.

Se o acesso vascular foi na virilha, é colocado um penso a virilha e terá de ficar em repouso na cama 4 horas até poder começar a andar novamente.

A recuperação é feita num quarto durante 4 horas. Geralmente os doentes não têm dores e poderão ter alta do hospital.

recuperação embolização

A recuperação é imediata, sendo que os doentes podem comer logo após o tratamento e não têm dores nem hemorragia. Praticamente todos os doentes após a embolização têm alta do nosso hospital no mesmo dia da embolização e podem ir para casa pelo próprio pé.

A recuperação é imediata e sem dores. Poderá haver algum ardor ao urinar e vontade de urinar muitas vezes nos primeiros 2 dias após a embolização prostática. Raramente poderá haver algum sangue na urina, esperma ou fezes que passa ao fim de 1 ou 2 semanas.

É prescrita uma medicação anti-inflamatória para reduzir a inflamação causada pela embolização e um antibiótico para prevenir infecções urinárias.

Esta medicação é iniciada 2 dias antes da embolização e mantida por uma semana. Como geralmente não há dores, a medicação analgésica apenas é usada se necessário.

O que acontece à próstata após a embolização? 

Como resultado, pode verificar-se uma redução progressiva das dimensões da próstata, que varia entre 10 e 60%.

Contudo, cerca de 10% dos doentes melhoram sem que haja alteração das dimensões da próstata. A ausente redução do volume da próstata ocorre sobretudo nos doentes que tomam comprimidos à base de dutasteride ou finasteride que reduzem o volume antes da embolização.

Como após a embolização deixam de os tomar, a próstata tem tendência a voltar a crescer, fato que é compensado pela embolização que corta parte da circulação prostática. A embolização efetua-se para melhoria dos sintomas da HBP, e não para a redução do seu volume, que, contudo, ocorre na maioria dos doentes.

Qual o seguimento feito depois da embolização prostática?

Após a embolização prostática os doentes são seguidos ao fim de 1 semana, 1 mês, 6 meses e 12 meses. Após este período são seguidos numa base anual.

Nestas avaliações após a embolização são preenchidos vários questionários e o volume prostático é avaliado por ecografia ou RM. O PSA é avaliado através de análises ao sangue e a força do jacto urinário é avaliada por fluxometria.

Finalmente o resíduo pós miccional (quantidade de urina que fica na bexiga após urinar) é avaliado por ecografia vesical. Mantemos o seguimento a todos os doentes que tratamos por embolização, incluindo os primeiros doentes tratados desde 2009!

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A embolização prostática permite aliviar as queixas urinárias, preservando a ejaculação e sem afetar a ereção. Trata-se, assim, do único tratamento seguro e eficaz, que permite preservar a função sexual dos homens com hiperplasia benigna da próstata.

Iniciamos esta técnica pioneira para tratar os sintomas urinários dos doentes com hiperplasia benigna da próstata há 10 anos. Neste momento já tratamos mais de 1600 doentes e demonstramos que se trata de uma técnica segura e eficaz, com excelentes resultados a curto, médio e longo prazo.

Trata-se de um tratamento indolor, minimamente invasivo, sem cortes nem bisturi, sem manipulação da uretra nem necessidade de algaliação. Abordamos a próstata através das artérias.

Desta forma, a recuperação é imediata, com muitos doentes a referirem melhoria imediata dos sintomas urinários. Trata-se de um procedimento complexo em que a experiência e conhecimento anatómico são essenciais para poder obter bons resultados.

A avaliação multidisciplinar por urologia e radiologia é fundamental para uma correcta avaliação dos doentes e para excluir a hipótese de cancro clinicamente significativo.

Com recurso ao toque rectal e análise no sangue do PSA (prostate specific antigen) é possível excluir a maioria dos cancros de próstata. Nos casos duvidosos, RM prostática e/ou biópsia prostática podem ajudar a avaliar a presença de cancro da próstata.

Somos pioneiros a realizar a embolização prostática na hiperplasia benigna da próstata (HBP). No nosso país, realizamos a embolização prostática em doentes com hiperplasia benigna da próstata (HBP) desde Março de 2009, tendo já sido tratados mais de 1600 pacientes até Dezembro de 2018.

Somos também um centro de referência internacional; já tratamos mais de 400 pacientes estrangeiros de mais de 90 nacionalidades. Está já provado que a embolização prostática no tratamento da hiperplasia benigna da próstata (HBP) tem efeitos comparáveis à cirurgia em termos de melhoria das queixas urinárias, mas com menos complicações.

Ou seja, quase tão eficaz como a cirurgia, mais eficaz que a medicação e sem os efeitos adversos como a impotência, incontinência ou perda da ejaculação que podem ocorrer com a medicação ou cirurgia.

Trata-se de um procedimento indolor, de recuperação imediata, o doente entra de manhã e sai à tarde pelo próprio pé. Não é necessário recorrer a algaliação e os doentes podem comer imediatamente após a embolização. Podem voltar às actividades diárias normais no dia seguinte, não precisando de ficar internados.

Dos 1600 doentes já tratados, observou-se melhoria significativa inicial em 85% a 90% e a longo prazo em cerca de 75% a 80%. Nos doentes tratados com êxito verifica-se uma melhoria quase imediata dos sintomas e podem suspender os medicamentos que há anos tomavam para a hiperplasia benigna da próstata (HBP).

Um reduzido número de doentes pode não melhorar; contudo, a sua situação médica não sofre qualquer agravamento e não há complicações graves. Dos 200 doentes que estavam com algália, 190 retiraram a algália 1 a 2 semanas após a embolização, urinando sem qualquer dificuldade e sem medicação. A fim de melhorar os resultados, os doentes cujas artérias estejam muito envolvidas pela arteriosclerose, revelada pela Angio TAC, são excluídos. Duzentos e quarenta dos doentes tratados tinham próstata com um volume superior a 100cc.

A embolização pode realizar-se mesmo em próstatas muito grandes, com volume superior a 400cc. Se a sua próstata tiver um volume inferior a 30cc possivelmente não terá indicação. Igualmente, se não tiver sintomas, também não será tratado.

Geralmente após 1 a 2 semanas após a embolização prostática a medicação para a próstata pose ser parada.

Graças aos bons resultados e poucas complicações, está a ser efectuada em vários centros mundiais, sendo o nosso hospital o centro de referência com mais experiência onde já se deslocaram mais de 100 equipas de médicos estrangeiros para aprender a técnica. A maioria dos doentes não sente qualquer dor durante a embolização. As complicações são as de qualquer cateterismo, sendo as mais frequentes o hematoma no local da punção e a equimose, ou seja, a cor roxa da coxa ou no antebraço e mesmo no abdómen. Muito raramente os doentes podem sentir alguma dificuldade em urinar após a embolização. Sangue na urina pode ocorrer nalguns doentes, o que pode durar alguns dias, mas que passa sem qualquer tratamento.

Muito raros (2%) são a existência temporária de sangue nas fezes ou no esperma. Alguns pacientes poderão sentir algum ardor quando urinam ou no ânus que dura apenas algumas horas. A prisão de ventre é frequente durante 1 a 2 dias. Na noite a seguir ao tratamento o doente poderá urinar varias vezes mas no dia seguinte estará normal. Contudo, estas reações adversas desaparecem ao fim de alguns dias sem qualquer tipo de intervenção. São raros os doentes que sentem alguma dor.

Geralmente 2 semanas após a embolização prostática a algália pode ser retirada. Em menos de 20% dos casos, ao fim de 2 semanas ainda não é possível remover a alagália, voltando a tentar-se 2 semanas depois, ou seja, 4 semanas após a embolização prostática. Em mais de 90% dos doentes tratados por embolização prostática por estarem em retenção urinária com algália e sem conseguirem urinar é possível remover a algália e começar a urinar espontaneamente.

Dos mais de 1600 pacientes tratados desde Março de 2009, a função sexual não foi afetada em nenhum, referindo cerca de 400 dos pacientes a sua melhoria. No entanto, é um risco muito raro que poderá existir logo após a embolização, mas que recupera. Dez dos pacientes tratados foram pais após a embolização, havendo já 13 recém-nascidos saudáveis.

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