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Prof. Dr. Tiago Bilhim

Seguimento após a Embolização Uterina

Seguimento após a embolização uterina

O acompanhamento após a embolização uterina é feito pela equipe de radiologia de intervenção.

A recuperação após a embolização para o tratamento de fibromiomas uterinos e adenomiose é geralmente rápida, sendo que o procedimento é feito em ambulatório, ou seja, as doentes não necessitam de ficar internadas no hospital.

Geralmente entram de manhã, fazem o tratamento durante a manhã e têm alta à tarde. 

É possível terem algumas dores, náuseas e até vómitos nas primeiras horas após o tratamento pelo que prescrevemos todo um conjunto de medicação que iniciam dois dias antes e continuam na semana a seguir à embolização uterina.

No dia seguinte à embolização a doente não deve estar acamada, e pode, na maioria dos casos retomar a sua vida normal, algumas pacientes iniciam mesmo a sua atividade profissional, não devendo contudo conduzir se o acesso tiver sido femoral (virilha).

Geralmente ao fim de 3 a 5 dias a recuperação da embolização uterina é total, com muitas doentes a sentir melhorias dos sintomas. 

Nos dias seguintes à embolização uterina as dores vão progressivamente ficando menores e são controladas com a medicação que damos e com gelo.

As dores são geralmente na parte mais inferior da barriga (região pélvica). Podem por vezes irradiar para as coxas e nádegas.

Pode também haver corrimento após a embolização uterina e hemorragia com coágulos ou mesmo pequenos fragmentos de mioma que podem ser expelidos. Nos primeiros meses após a embolização os ciclos menstruais podem ser um pouco irregulares.

A embolização é uma técnica muito segura, contudo podem ocorrer alguns riscos associados a qualquer cateterismo, mas que são raros. Geralmente não sente qualquer sintoma durante a embolização.

Após a embolização, algumas pacientes podem referir náuseas, vómitos ou dor, que são facilmente controlados por medicação apropriada. Podem ocorrer as seguintes alterações nos dias seguintes à embolização:

• Alguma hemorragia, pouco abundante que pode acompanhar-se com alguns pequenos fragmentos de fibromiomas;

• Alguma dor ligeira;

• Expulsão dos fibromiomas, o que é raro e verificou-se apenas em fibromiomas submucosos. Ocorre na maioria dos casos, semanas ou meses após o tratamento. Se ocorrer deverá colocar gelo no baixo ventre e tomar antibiótico.

• O abdómen pode raramente tornar-se duro e distendido. Não tem importância e dura apenas alguns dias, desaparecendo sem qualquer terapêutica;

• A coxa ou o abdómen podem ficar roxos, desaparecendo lentamente;

• Aparecimento de um pequeno alto no local onde foi introduzido o cateter, não tem qualquer importância e desaparece por si;

• Falta de apetite, forças e mau estar, que são transitórios e melhoram facilmente sem qualquer medicação;

• A febre é rara.

• Corrimento, sem odor, durante alguns dias. Todos estes sintomas não têm significado e desaparecem espontaneamente decorridos alguns dias.

O controlo para avaliar os resultados da embolização uterina é feito 6 meses após o tratamento com Ressonância Magnética e análises sanguíneas.

Anualmente deve manter consulta com um ginecologista. Se necessário, poderemos indicar um. Contudo só o deverá fazer depois de nos contactar com a Ressonância Magnética e análises já efetuadas.

Com a embolização verifica-se uma interrupção da irrigação sanguínea do fibromioma e uma redução progressiva das suas dimensões, a sintomatologia das pacientes diminui ou desaparece e os fibromiomas deixam de crescer.

Após a embolização os fibromiomas desaparecem só em 20% dos casos, podendo ser expulsos ou desfazer-se em fragmentos expulsos durante a menstruação.

A maioria persiste no útero. Contudo, na maior dos casos a Ressonância Magnética revelará uma isquémia superior a 90%, quer dizer sem sangue, pelo que não voltarão a crescer.

Os fibromiomas reduzem de dimensões, ocorrendo a maior redução durante os primeiros 6 meses, mas continuam a reduzir pelo menos até aos 5 anos.

Estudos mostram que cerca de 90% das mulheres nas quais foi efetuada a embolização uterina teve melhoria significativa ou total da hemorragia, dor e outros sintomas.

Com o aumento de números de fibromiomas e das suas dimensões ou nas doentes com adenomiose, verifica-se uma redução da percentagem de sucesso que pode baixar para 80% ou mesmo 70%.

Isto quer dizer que 20% ou 30% dos pacientes podem não melhorar, podendo ser necessário repetir a embolização ou mesmo recorrer à cirurgia convencional.

Os fibromiomas que melhor respondem à embolização são os submucosos e os intramurais. Em caso de insucesso a embolização pode ser repetida. Contudo, nos fibromiomas múltiplos ou de grandes dimensões a embolização é a única alternativa à histerectomia.

Seguimento após a Embolização Uterina

Seguimento após a embolização uterina

O acompanhamento após a embolização uterina é feito pela equipe de radiologia de intervenção.

A recuperação após a embolização para o tratamento de fibromiomas uterinos e adenomiose é geralmente rápida, sendo que o procedimento é feito em ambulatório, ou seja, as doentes não necessitam de ficar internadas no hospital.

Geralmente entram de manhã, fazem o tratamento durante a manhã e têm alta à tarde. 

É possível terem algumas dores, náuseas e até vómitos nas primeiras horas após o tratamento pelo que prescrevemos todo um conjunto de medicação que iniciam dois dias antes e continuam na semana a seguir à embolização uterina.

No dia seguinte à embolização a doente não deve estar acamada, e pode, na maioria dos casos retomar a sua vida normal, algumas pacientes iniciam mesmo a sua atividade profissional, não devendo contudo conduzir se o acesso tiver sido femoral (virilha).

Geralmente ao fim de 3 a 5 dias a recuperação da embolização uterina é total, com muitas doentes a sentir melhorias dos sintomas. 

Nos dias seguintes à embolização uterina as dores vão progressivamente ficando menores e são controladas com a medicação que damos e com gelo.

As dores são geralmente na parte mais inferior da barriga (região pélvica). Podem por vezes irradiar para as coxas e nádegas.

Pode também haver corrimento após a embolização uterina e hemorragia com coágulos ou mesmo pequenos fragmentos de mioma que podem ser expelidos. Nos primeiros meses após a embolização os ciclos menstruais podem ser um pouco irregulares.

A embolização é uma técnica muito segura, contudo podem ocorrer alguns riscos associados a qualquer cateterismo, mas que são raros. Geralmente não sente qualquer sintoma durante a embolização.

Após a embolização, algumas pacientes podem referir náuseas, vómitos ou dor, que são facilmente controlados por medicação apropriada. Podem ocorrer as seguintes alterações nos dias seguintes à embolização:

• Alguma hemorragia, pouco abundante que pode acompanhar-se com alguns pequenos fragmentos de fibromiomas;

• Alguma dor ligeira;

• Expulsão dos fibromiomas, o que é raro e verificou-se apenas em fibromiomas submucosos. Ocorre na maioria dos casos, semanas ou meses após o tratamento. Se ocorrer deverá colocar gelo no baixo ventre e tomar antibiótico.

• O abdómen pode raramente tornar-se duro e distendido. Não tem importância e dura apenas alguns dias, desaparecendo sem qualquer terapêutica;

• A coxa ou o abdómen podem ficar roxos, desaparecendo lentamente;

• Aparecimento de um pequeno alto no local onde foi introduzido o cateter, não tem qualquer importância e desaparece por si;

• Falta de apetite, forças e mau estar, que são transitórios e melhoram facilmente sem qualquer medicação;

• A febre é rara.

• Corrimento, sem odor, durante alguns dias. Todos estes sintomas não têm significado e desaparecem espontaneamente decorridos alguns dias.

O controlo para avaliar os resultados da embolização uterina é feito 6 meses após o tratamento com Ressonância Magnética e análises sanguíneas.

Anualmente deve manter consulta com um ginecologista. Se necessário, poderemos indicar um. Contudo só o deverá fazer depois de nos contactar com a Ressonância Magnética e análises já efetuadas.

Com a embolização verifica-se uma interrupção da irrigação sanguínea do fibromioma e uma redução progressiva das suas dimensões, a sintomatologia das pacientes diminui ou desaparece e os fibromiomas deixam de crescer.

Após a embolização os fibromiomas desaparecem só em 20% dos casos, podendo ser expulsos ou desfazer-se em fragmentos expulsos durante a menstruação.

A maioria persiste no útero. Contudo, na maior dos casos a Ressonância Magnética revelará uma isquémia superior a 90%, quer dizer sem sangue, pelo que não voltarão a crescer.

Os fibromiomas reduzem de dimensões, ocorrendo a maior redução durante os primeiros 6 meses, mas continuam a reduzir pelo menos até aos 5 anos.

Estudos mostram que cerca de 90% das mulheres nas quais foi efetuada a embolização uterina teve melhoria significativa ou total da hemorragia, dor e outros sintomas.

Com o aumento de números de fibromiomas e das suas dimensões ou nas doentes com adenomiose, verifica-se uma redução da percentagem de sucesso que pode baixar para 80% ou mesmo 70%.

Isto quer dizer que 20% ou 30% dos pacientes podem não melhorar, podendo ser necessário repetir a embolização ou mesmo recorrer à cirurgia convencional.

Os fibromiomas que melhor respondem à embolização são os submucosos e os intramurais. Em caso de insucesso a embolização pode ser repetida. Contudo, nos fibromiomas múltiplos ou de grandes dimensões a embolização é a única alternativa à histerectomia.

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2020-09-17T16:48:36+00:00